Teus olhos
Sejam falsos, sejam verdadeiros
São teus olhos
Nesta face encantadora e misteriosa
Põem-me a pensar e repensar os motivos da vida
Tiram-me o chão
Olhando fundo, bem fundo, lá no fundo
Vejo reflexo do que sou
Me vejo invertido, aliás, refletido
Me vejo
E aqui dentro, remexo...
Taguatinga
dezesseis de agosto de dois mil e oito
uma hora e quatro minutos
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
Instante
Sem ar
Um tampão sobe à traquéia
Acelera o coração
Uma leve tontura
E a mente confusa voa...
Olhar que procura
Sim, é passado e presente
É devaneios e loucuras
É luz com certeza
Mais que afago
É compreensão
E as mãos ainda tremem
Perco respiração
Sai assim espontâneo
Da vida errante a inspiração
Saudades e apelos
Brasília - Distrito Federal
dezessete de março de dois mil e oito
doze e quarenta
Um tampão sobe à traquéia
Acelera o coração
Uma leve tontura
E a mente confusa voa...
Olhar que procura
Sim, é passado e presente
É devaneios e loucuras
É luz com certeza
Mais que afago
É compreensão
E as mãos ainda tremem
Perco respiração
Sai assim espontâneo
Da vida errante a inspiração
Saudades e apelos
Brasília - Distrito Federal
dezessete de março de dois mil e oito
doze e quarenta
domingo, 9 de março de 2008
Sereno
Eu quero é dia sereno
Eu quero é mar
Quero é navegar
Sol e Lua cheia
Céu azul
Céu cheio de estrelas
Eu quero é pássaro voando
Brisa e areia
Eu quero é coqueiro balançando
Rede balançando
Eu quero é som de mata
Quero colo de menina
Quero é comida nordestina
Quero meu violão
Sombra e água fresca
Quero fechar os olhos
E não quero mais nada...
Só descansar
Brasília - Distrito Federal
Nove de março de dois mil e oito
Vinte e duas horas e onze minutos
Eu quero é mar
Quero é navegar
Sol e Lua cheia
Céu azul
Céu cheio de estrelas
Eu quero é pássaro voando
Brisa e areia
Eu quero é coqueiro balançando
Rede balançando
Eu quero é som de mata
Quero colo de menina
Quero é comida nordestina
Quero meu violão
Sombra e água fresca
Quero fechar os olhos
E não quero mais nada...
Só descansar
Brasília - Distrito Federal
Nove de março de dois mil e oito
Vinte e duas horas e onze minutos
sábado, 8 de março de 2008
Acalma-me
Acalma-me
Acalma-me tua voz macia
Acalma-me tua voz suave
Acalma-me tua voz doce
Acalma-me tua voz
Fecho os olhos
Me perco sonhando
Estou tão leve...
Tão leve...
E meu corpo mexe
De um lado para o outro
Sussurro
Envolve-me... tua voz...
Sinto energia... arrepiam-se meus pêlos
Sinto... te sinto...
E meu corpo mexe
Em transe, transe teu
Tua doce suave voz
Que alegria, é só alegria
Nossa, não quero acordar
Porquê o instante parou
Filme de campo deitado na grama
Olhando pro céu e sorrindo
Não existe mais compromisso
A vida é curtir isso...
A preguiça que tua voz traz
A calma que tua voz traz
A tranquilidade que tua voz traz
Sensação de primavera, de infância
Acalma-me
Acalma-me teu sorriso ao meu ouvido
Acalma-me tua música ao meu ouvido
Brasília - Distrito Federal
Oito de março de dois mil e oito
vinte e três e vinte
Acalma-me tua voz macia
Acalma-me tua voz suave
Acalma-me tua voz doce
Acalma-me tua voz
Fecho os olhos
Me perco sonhando
Estou tão leve...
Tão leve...
E meu corpo mexe
De um lado para o outro
Sussurro
Envolve-me... tua voz...
Sinto energia... arrepiam-se meus pêlos
Sinto... te sinto...
E meu corpo mexe
Em transe, transe teu
Tua doce suave voz
Que alegria, é só alegria
Nossa, não quero acordar
Porquê o instante parou
Filme de campo deitado na grama
Olhando pro céu e sorrindo
Não existe mais compromisso
A vida é curtir isso...
A preguiça que tua voz traz
A calma que tua voz traz
A tranquilidade que tua voz traz
Sensação de primavera, de infância
Acalma-me
Acalma-me teu sorriso ao meu ouvido
Acalma-me tua música ao meu ouvido
Brasília - Distrito Federal
Oito de março de dois mil e oito
vinte e três e vinte
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