Sem ar
Um tampão sobe à traquéia
Acelera o coração
Uma leve tontura
E a mente confusa voa...
Olhar que procura
Sim, é passado e presente
É devaneios e loucuras
É luz com certeza
Mais que afago
É compreensão
E as mãos ainda tremem
Perco respiração
Sai assim espontâneo
Da vida errante a inspiração
Saudades e apelos
Brasília - Distrito Federal
dezessete de março de dois mil e oito
doze e quarenta
segunda-feira, 17 de março de 2008
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